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Introdução a linguagem PHP

PHP é uma linguagem bastante robusta e flexível de programação de scripts utilizando uma sintaxe bastante simples, interpretada a partir de um servidor, e conta com uma enorme comunidade de desenvolvedores PHP.
Se você requisitar uma página com PHP, o servidor irá interpretar as instruções e só então retornar a página para o seu computador.

Quando um browser (navegador) solicita uma página PHP ao servidor, o servidor processa tal pagina e envia ao browser uma página contendo  apenas código HTML

A diferença entre uma pagina PHP e um documento HTML clássico, é que o segundo corresponde a um documento estático, que já se encontra no servidor no formato em que será exibido no navegador. A pagina PHP, ao contrário, não existe no servidor, é montada a partir de uma solicitação específica. Pode ser, por exemplo, um documento HTML criado como resultado de uma pesquisa num banco de dados.

Um servidor Web que suporta PHP funciona da seguinte forma:

  1. Browser solicita pagina *.php ao Servidor Web
  2. Servidor Web detecta que trata-se de uma página PHP e encaminha a requisição ao interpretador PHP
  3. Interpretador PHP faz os processamentos necessários, inclusive acessos a bancos de dados e outros recursos e devolve o HTML para o Servidor Web
  4. Servidor Web devolve O HTML ao Browser

No diagrama abaixo você visualiza estas etapas:

Arquitetura do PHP



Client Side scripts


São códigos de programa que são processados pela estação cliente, ou seja, ações executadas no browser, sem contato com o servidor. Os exemplos mais comuns de aplicações client-side são imagens e textos que mudam com o passar do mouse e os java scripts. Os scripts client-side são muito úteis para fazer validações de formulários sem utilizar processamento do servidor, com isso não provocando tráfego na rede.

Server Side scripts


São códigos de programa que são processados no servidor. Devido a este fato, não é necessário preocupar-se com a linguagem que o código foi criado: o servidor é quem se encarrega de interpretá-lo e de devolver uma resposta para o cliente. Em páginas PHP, são esses códigos os maiores responsáveis pelos resultados apresentados. São responsáveis pelas ações executadas no servidor. Os exemplos mais comuns de aplicações server-side são os scripts cgi´s e php. No momento em que o usuário solicita uma URL, o servidor apresentará no browser um código html dinâmico, isto é muito útil para construções de aplicações baseadas em informações on-line.

Ambiente de desenvolvimento de páginas PHP


Como os arquivos PHP são arquivos do tipo texto (ASCII), eles podem ser escritos em um editor de textos comum – Edit, Notepad, Emacs, por exemplo. Existem também outros ambientes que proporcionam uma forma mais agradável de desenvolvimento, mas exige os mesmos conhecimentos do programador.

A sintaxe


Quando o PHP interpreta um arquivo, ele simplesmente repassa o texto do arquivo até encontrar uma das tags especiais que lhe diz para começar a interpretar o texto como código PHP. O interpretador então executa todo o código que encontra, até chegar em uma tag de fechamento PHP, que novamente o coloca simplesmente repassando texto novamente. Este é o mecanismo que permite a inclusão de código PHP dentro do HTML: qualquer coisa fora das tags PHP é deixada como encontrado, enquanto tudo dentro é interpretado e executado.

Delimitadores


Para que o servidor web entenda que se trata de script PHP, todo código PHP deve estar compreendido entre duas marcas especiais:

<?php  (tag de abertura) e  ?>  (tag de fechamento).

Todas as instruções entre estas duas marcas serão consideradas como um script php. E também pode entrar com múltiplas instruções dentro das tags de abertura e fechamento, assim como podem ser usados mais de uma vez na página do script php.
 

Existem ainda:

  • <? ... ?> que é uma forma abreviada
  • <script language="php">...</script> que é uma forma parecida com inclusão de código JavaScript
  • <% ... %> que é uma cópia dos delimitadores do ASP

E alguns atalhos:

  • <?= ... ?> que é uma forma abreviada de <? echo ... ?>
  • <%= ... %> que é uma forma abreviada de <% echo ... %>

Para usar a forma abreviada, é preciso que a diretiva do PHP "short_open_tag" esteja ativada. Algumas versões do PHP não permitem que o programador altere esta diretiva com a funçãoini_set. Portanto, esta notação não é recomendada para sistemas que serão distribuídos ou instalados em servidores em que você não tem acesso às configurações do PHP.  



Separador de instruções


Instruções são separadas da mesma forma que o C ou o Perl - cada instrução termina com um ponto e vírgula.
A tag de fechamento (?>) também implica no fim de uma instrução, então os exemplos seguintes são equivalentes:

<?php

echo "Isto é um exemplo com vírgula";

?>

<?php echo "Isto é um outro exemplo sem ponto e vírgula" ?>

Comentários


O PHP suporta comentários do 'C', 'C++' e Unix shell. Por exemplo:
<?php

echo "Isto é um exemplo"; //Comentário de uma linha como no C++

/* Isto é um comentário de mais de uma linha

e aqui temos outra linha como em C */

echo "Isto é um outro exemplo";

echo "O último exemplo"; #Comentário no estilo Unix shell

?>

O comentário de uma linha só tem efeito até o fim da linha ou fim do bloco de código PHP atual, o que ocorrer primeiro.

<h1>Isto é um <?php # echo " simples";?> exemplo.</h1>

<p>No título acima você lerá 'Isto é um exemplo'.

Você precisa ser cuidadoso com comentários estilo 'C' encadeados, pois eles podem causar problemas em grandes blocos.

<?php

/*

echo "Isto é um teste"; /* Este comentário causará um erro

*/

*/

?>

Nota:
É importante trabalhar com padrões. Procure utilizar o formato C para comentários e deixe de lado o formato shell.